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Dieta Bem Sucedida [4/5]: Quantidade de Hidratos de Carbono



Parece existir um limiar mínimo de hidratos de carbono a partir do qual reduções na quantidade afecta negativamente a performance e coloca em risco de perda de massa magra.


AARR – Efeitos da Nutrição e Exercício no Sono Parte 2: Micronutrientes e Sono



Resumo

Tal como com a proteína, hidratos de carbono e gordura, o sono pode ser afectado pela ingestão de vitaminas e minerais ou a falta deles. Alguma pesquisa sugere que deficiência de B6 pode promover stress psicológico e distúrbios de sono e que tratamento com vitamina B6 pode ajudar com insónia. B12 pode encurtar a duração do ritmo de vigília-sono e afectar o aspecto circadiano da propensidade ao sono. Outros estudos sugerem que o complexo de vitamina B pode ajudar no tratamento de câimbras nocturnas nas pernas.

Deficiência em ferro pode ter um papel no Síndrome das Pernas Irrequietas ou Distúrbio dos Movimentos Periódicos dos Membros e uma limite específico reserva de ferro (ferritina) foi identificado.

A vitamina D tem um papel importante no controlo do sono no tronco encefálico, e é sugerido ter efeitos centrais directos no sono. Deficiência de vitamina D está relacionada com vários distúrbios de sono tais como excessiva sonolência diária, apnea de sono e síndrome de pernas irrequietas.

5-HT, Ácido gama-aminobutírico (GABA), orexina, hormona concentradora de melanina, colinérgico, galanina, noradrenalina, e histamina são todos neurotransmissores relacionados com o ciclo vigília-sono e podem ser usados como intervenções nutricionais para influenciar o sono. O Magnésio é também discutido.

Artigo principal, AARR, Outubro 2016.
2576 palavras, 120 referências
Artigo completo em www.alanaragon.com/aarr



Metabolismo dos Hidratos de Carbono - Disposição de Hidratos de Carbono


Vamos agora ver em mais detalhe a disposição de hidratos de carbono em excesso. Após esvaziadas as reservas de glicogénio, as reservas demoram até 4 dias a saturar (1). Manipulações extremas de hidratos de carbono resultam em ajustamentos rápidos auto-regulatórios nos ritmos de oxidação de hidratos de carbono (2,3) a curto prazo, e o efeito persiste após a normalização da dieta em respostas às reservas de glicogénio perturbadas (2).

Nutrição Desportiva - Que Quantidade de Proteína é Necessária Após o Exercício?


A ingestão proteica é capaz de estimular a síntese proteica muscular (MPS) acima do ritmo basal (1,2), e essa resposta é maior se combinado com treino com resistência (3).

A síntese proteica muscular aguda em resposta ao exercício é em dose-resposta de acordo com a intensidade e carga de exercício (4). Em intensidades maiores que 60%1RM o exercício aumenta a MPS em cerca de 2 a 3 vezes mais (4), e a latência para intensidades de 6x8 repetições com 75%RM é <1 h (7). Após um período latente após o exercício de 45 minutos a 1 hora, a MPS aumenta rapidamente (2-3x) entre 45 e 150 min (4).

AARR, Efeitos da Nutrição e Exercício no Sono Parte 1: Macros, Restrição Energética, Horário e Composição de Refeições



Sérgio Fontinhas, CISSN. Efeitos da Nutrição e Exercício no Sono Parte 1: Macros, Restrição Energética, Horário e Composição de Refeições. 
Artigo Principal, AARR, Agosto, 2016.


Resumo

O sono tem funções biológicas importantes relativas a processos fisiológicos, aprendizagem, memória e cognição. A actual compreensão é a de que o sono profundo (ondas lentas) é reparador e promove processos anabólicos do corpo. Nos últimos 40 anos as desordens de sono tornaram-se epidémica. Há limitada pesquisa sobre os efeitos da dieta, energia e macronutrientes principalmente proteína, em índices de sono.

Uma deita com muitos hidratos é associada a períodos de despertares mais curtos, e ingestão alta de gorduras é associada com melhor sono. Uma ingestão de pouca fibra, demasiada gordura saturada e açúcar é associado com sono mais leve, menos restaurador e com mais despertares. Os resultados também diferem entre homens e mulheres. A gordura total, gordura monosaturada, gordura trans, saturada e poliinsaturada afecta negativamente o sono, e maior quantidade de gordura saturada é correlacionada com menor duração de sono. Contudo omega 3 facilita a produção de serotonina que melhora os marcadores de sono.

Consumo hiperproteico pode influenciar o horário de sono. Ingestão extrema de proteína e ou com grandes défices energéticos afecta índices de sono. Uma maior porção de energia vinda da proteína numa dieta pode melhorar o sono em pessoas obesas ou com excesso de peso.

A perda de peso aumenta a duração do sono e melhora a qualidade, mas restrição severa energética pode perturbar o sono. O horário das refeições e composição também influenciam o sono. São apresentadas algumas recomendações que podem potencialmente melhorar o sono.


AARR, Agosto 2016
3200 palavras, 114 referências 
Artigo completo em www.alanaragon.com/aarr